Os acontecimentos – bons ou trágicos – contêm lições de vida. Para os que sofrem as suas conseqüências e para todos os outros, simples espectadores.
Assim como a ampulheta, que de grão em grão de areia que vai passando pelo orifício vai registrando o tempo, nós também escoamos nossa vida ao sabor dos acontecimentos. São oportunidades, algumas bem amargas, para aprender.
Os meios de comunicação mostram em tempo real o que vai pelo mundo. Tragédias não faltam. Qual será a mais traumatizante, a mais dolorida, a mais destruidora?
– Todas levam vidas que se vão como meras folhas arrancadas por uma tormenta. De uma forma ou outra, todos os seres humanos tem seu dia de provação. Nós não fugimos à regra; há dezesseis anos vivemos experiência para não esquecer e perder o sono por muito tempo com as lembranças. Sabemos, pois como as pessoas se sentem diante de uma fatalidade – especialmente quando essa “fatalidade” poderia ter sido evitada. Creio que consegui assimilar a lição. Também serviu para provar e comprovar nossas forças para enfrentar as adversidades impostas pela natureza e reforçadas pela incompetência de administrações politiqueiras.
Dizem que na prosperidade, nossos amigos nos conhecem, mas é nas adversidades que sabemos quem é o verdadeiro amigo. Eles não nos faltaram.
Lembramos também das vezes que mão invisível nos desviou de outras fatalidades, que, se formos estabelecer uma comparação, teriam sido mais traumáticas e talvez fatais, como no caso de desistir de ir a uma agência bancária no meio do caminho e ao chegar em casa soubemos do assalto com mortes no local.
O tempo passa. As lições ficam. A gratidão pela mão amiga visível ou pela invisível que nos desviou do caminho da tragédia será eterna.
A insensibilidade das pessoas que se aproveitam das tragédias e da miséria humana é tão chocante quanto a desgraça ocorrida – não importa a intensidade ou grau de destruição física, material, moral...
Apontar culpados é um esporte, no mínimo degradante, quando alguém faz a interpretação pela sua medida – a do juiz da hora ditando sentenças...
Não falaremos das mais recentes tragédias. Lamentamos que ainda ocorram as catástrofes por irresponsabilidade humana.
Um cargo, um posto de comando dentro de uma administração pública ou privada só deveria ser ocupado por quem comprovadamente tiver capacidade e idoneidade para tal função. Infelizmente não é essa a regra principalmente no setor público. Assim, a autoridade que, ao assumir um cargo, ignora sua co-responsabilidade em relação aos cidadãos em geral, no mais amplo sentido de sociedade e Nação, demonstra que está no lugar errado. Retirar-se das funções com um pedido de desculpas é o mínimo que se espera de um cidadão ético. Infelizmente não é o que tem ocorrido.
A maioria deles não aprende a lição que a vida lhes impõe. Será que é um problema de QI? – Dizem que as pessoas em grupo são menos inteligentes, pois teriam seu QI alterado. Tudo é possível.
Na verdade, o grupo dilui a responsabilidade e o prato feito da boa vida fala mais alto. Eles já ‘amarraram o boi na sombra’... E, lágrimas de crocodilo caem bem no momento oportuno.
A lição é para todos. Principalmente para os que lhes sofrem as conseqüências. A cada um o seu, no seu dia.
Pensamento: - “A linguagem do olhar é a mais sincera. Quem não a entende, jamais entenderá uma longa explicação”.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
A GRANDE BATALHA
Na grande batalha do bem e do mal
Homens pés de barro caíram em tentação;
Caíram na armadilha de um confronto sem igual.
É a humanidade em luta de irmão contra irmão.
Já não sabem nem quem são.
Na grande confusão que criaram
Vão destruindo tudo o que pelo mundo encontram;
Dizem que estão o bem a fazer;
Na verdade querem ver você se perder.
Homens pés de barro caíram em tentação;
Acreditaram nos filhos das trevas, nas sombras e ilusões.
Sofrem a história da desordem
Séculos e séculos além!
De choque em choque,
Vão pondo em xeque
Todos os valores do mundo meu e teu;
Agora só vale, o que nunca antes valeu.
Reizinhos das trevas,
Reinando na terra de Prometeu;
Fingindo que são Devas,
Perturbam o mundo meu e teu.
A grande batalha um dia há de terminar.
Que seja a Vitória de quem sabe o que é Amar.
............................
Prometeu: Titã que roubou o fogo do Olimpo para dar aos homens; foi castigado por Júpiter.
Devas – deuses; divindades do mundo da Luz.
Filhos das trevas – entidades do baixo astral sem direito a ter um corpo físico.
O nosso mundo é povoado uma diversidade de seres; uns de moral mais elevada, outros, simples Elementais sem sentimentos ou noção de moralidade. Existem se lhes dermos força. Cada um atrai para si a companhia que lhe é simpática.
– “O Senhor faz todas as cousas para determinados fins e até o perverso para o dia da calamidade”. (Prov. 16-4).
Isso, no entanto não nos dá o direito de abusar da Sua bondade.
Homens pés de barro caíram em tentação;
Caíram na armadilha de um confronto sem igual.
É a humanidade em luta de irmão contra irmão.
Já não sabem nem quem são.
Na grande confusão que criaram
Vão destruindo tudo o que pelo mundo encontram;
Dizem que estão o bem a fazer;
Na verdade querem ver você se perder.
Homens pés de barro caíram em tentação;
Acreditaram nos filhos das trevas, nas sombras e ilusões.
Sofrem a história da desordem
Séculos e séculos além!
De choque em choque,
Vão pondo em xeque
Todos os valores do mundo meu e teu;
Agora só vale, o que nunca antes valeu.
Reizinhos das trevas,
Reinando na terra de Prometeu;
Fingindo que são Devas,
Perturbam o mundo meu e teu.
A grande batalha um dia há de terminar.
Que seja a Vitória de quem sabe o que é Amar.
............................
Prometeu: Titã que roubou o fogo do Olimpo para dar aos homens; foi castigado por Júpiter.
Devas – deuses; divindades do mundo da Luz.
Filhos das trevas – entidades do baixo astral sem direito a ter um corpo físico.
O nosso mundo é povoado uma diversidade de seres; uns de moral mais elevada, outros, simples Elementais sem sentimentos ou noção de moralidade. Existem se lhes dermos força. Cada um atrai para si a companhia que lhe é simpática.
– “O Senhor faz todas as cousas para determinados fins e até o perverso para o dia da calamidade”. (Prov. 16-4).
Isso, no entanto não nos dá o direito de abusar da Sua bondade.
sábado, 28 de janeiro de 2012
O PODER DA MÚSICA
Música! - A alegria da alma, tranquilidade de espírito, ou a incitação a ações boas e más? - Tudo depende dos elementos combinados.
As fórmulas da Harmonia, Melodia e Ritmo equivalem ao Amor, a Verdade e à Justiça; e também à Beleza, Bondade e Verdade.
As maiores melodias que o povo aprecia e jamais esquece correspondem às canções populares que refletem tanto a alegria, como os pesares, as esperanças e as paixões de um país, e, que levaram séculos para serem formadas. Elas transmitem mensagens que falam à alma de uma forma especial. Entre os povos que se destacam por esse tipo de canções estão Portugal, Espanha e o Brasil - no mundo ocidental - países esses que receberam forte influência das canções de natureza puramente espiritual, de tempos idos, dos povos antigos das regiões desérticas do mundo árabe.
É uma música que eleva e nada tem a ver com a agressividade executada por toques de tambor, guizos, imitações de animais, saxofones entre outros instrumentos que incitam a convulsões e gritos, a sentimentos inferiores de lembranças tribais e de baixa magia, tão comuns na atualidade e muito apreciadas por um público jovem cada vez mais alienado.
O interessante é que a criança e os jovens, quando colocados em contato com a música emotiva dos grandes compositores (Chopin, Beethovenm Bach, Mozart - para citar alguns), logo se encnatam e aprendem a executar as mais difíceis frases musicais com um enlevo que transcende qualquer possível dificuldade inerente de suas origens.
Isto ocorre porque a Harmonia e a Melodia estimulam no ser humano o amor pelo belo e faz vibrar sua alma sensível numa sintonia que eleva a um mundo novo, delicado de paz e de sonhos sublimes.
As nove sinfonias de Beethoven representam a glorioso alegria a indicar que sempre haverá uma porta aberta para alcançar nosso céu. Cumpre lembrar que foi durante sua surdez que ele compos boa parte de sua obra.
É a música harmoniosa que nos liberta das limitações e nos permite alçar voos rumo ao infinito, romper todos os grilhões que nos prendem, e lá, numa perfeita harmonia, receber as bênçãos que purificam o corpo e a alma.
Cada mestre teve sua contribuição para doar detalhes dessa integração; Chopin, por exemplo, tinha uma forma delicada de tocar que criava uma atmosfera de natureza aconchegante e sublime que obrigava o ouvinte a se compenetrar no tema harmonioso da música.
As notas de matiz mais delicado necessitam não só de interpretes afinados com a música, como de instrumentos capazes de reproduzir os sons misteriosos semelhantes ao da música das esferas.
Parece que a música serve de referência para identificar o grau de adiantamento de seu povo. Se dois terços da população tiver sintonia com o melhor que há em termos musicais, certamente teriamos uma sociedade menos violenta; infelizmente hoje o que predomina é o 'ruído' que incita as paixões inferiores o que leva às pessoas a se tornarem indiferentes às coisas do espírito.
A tão sonhada "Idade de Ouro" é possível. Há muito 'messianismo' e pouca música da chamada era da felicidade. Enquanto houver a grita das guitarras e baterias substituindo a harmonia dos Órgãos o mundo continuará como uma nau sem rumo e sem comandante.
- Comandante! Volte ao barco!!!
As fórmulas da Harmonia, Melodia e Ritmo equivalem ao Amor, a Verdade e à Justiça; e também à Beleza, Bondade e Verdade.
As maiores melodias que o povo aprecia e jamais esquece correspondem às canções populares que refletem tanto a alegria, como os pesares, as esperanças e as paixões de um país, e, que levaram séculos para serem formadas. Elas transmitem mensagens que falam à alma de uma forma especial. Entre os povos que se destacam por esse tipo de canções estão Portugal, Espanha e o Brasil - no mundo ocidental - países esses que receberam forte influência das canções de natureza puramente espiritual, de tempos idos, dos povos antigos das regiões desérticas do mundo árabe.
É uma música que eleva e nada tem a ver com a agressividade executada por toques de tambor, guizos, imitações de animais, saxofones entre outros instrumentos que incitam a convulsões e gritos, a sentimentos inferiores de lembranças tribais e de baixa magia, tão comuns na atualidade e muito apreciadas por um público jovem cada vez mais alienado.
O interessante é que a criança e os jovens, quando colocados em contato com a música emotiva dos grandes compositores (Chopin, Beethovenm Bach, Mozart - para citar alguns), logo se encnatam e aprendem a executar as mais difíceis frases musicais com um enlevo que transcende qualquer possível dificuldade inerente de suas origens.
Isto ocorre porque a Harmonia e a Melodia estimulam no ser humano o amor pelo belo e faz vibrar sua alma sensível numa sintonia que eleva a um mundo novo, delicado de paz e de sonhos sublimes.
As nove sinfonias de Beethoven representam a glorioso alegria a indicar que sempre haverá uma porta aberta para alcançar nosso céu. Cumpre lembrar que foi durante sua surdez que ele compos boa parte de sua obra.
É a música harmoniosa que nos liberta das limitações e nos permite alçar voos rumo ao infinito, romper todos os grilhões que nos prendem, e lá, numa perfeita harmonia, receber as bênçãos que purificam o corpo e a alma.
Cada mestre teve sua contribuição para doar detalhes dessa integração; Chopin, por exemplo, tinha uma forma delicada de tocar que criava uma atmosfera de natureza aconchegante e sublime que obrigava o ouvinte a se compenetrar no tema harmonioso da música.
As notas de matiz mais delicado necessitam não só de interpretes afinados com a música, como de instrumentos capazes de reproduzir os sons misteriosos semelhantes ao da música das esferas.
Parece que a música serve de referência para identificar o grau de adiantamento de seu povo. Se dois terços da população tiver sintonia com o melhor que há em termos musicais, certamente teriamos uma sociedade menos violenta; infelizmente hoje o que predomina é o 'ruído' que incita as paixões inferiores o que leva às pessoas a se tornarem indiferentes às coisas do espírito.
A tão sonhada "Idade de Ouro" é possível. Há muito 'messianismo' e pouca música da chamada era da felicidade. Enquanto houver a grita das guitarras e baterias substituindo a harmonia dos Órgãos o mundo continuará como uma nau sem rumo e sem comandante.
- Comandante! Volte ao barco!!!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
'O CÃO CONVIDADO' - FÁBULA
A Fábula, gênero literário derivado do conto popular, procura transmitir uma lição, um ensinamento. Se fossem observados, as pessoas se livrariam de muitos dissabores.
A vida nos ensina com nossos erros quando não somos prudentes.
É o que acontece às pessoas que se deixam levar por demagogos aproveitadores da ingenuidade e imprudência alheia.
A Fábula acima "O Cão Convidado" nos fez lembrar a situação vivida por muitas pessoas que acreditam nas promessas dos que falam em nome dos direitos humanos, porém, na verdade estão a fazer cortesia com chapéu alheio, ou simplesmente usando o seu 'convidado' para uma festa que ele inventou. Normalmente esses espertos tem o prato feito e pouco se importam com o que vai acontecer com seus 'convidados'.
Diz a Fábula:
- "Um homem preparou um jantar para receber amigos e familiares. O cão da casa, vendo todos os preparativos, convidou outro cão da vizinhança para ir jantar com ele. Feliz da vida, o cão convidado aceitou e compareceu certo de se fartar com o banquete. Confiante, entrou e se postou alegremente na cozinha, à espera de ser servido. Porém, o cozinheiro estranhou a presença do intruso; apanhou-o pelas patas e o atirou para fora pela janela. O pobre cão saiu ganindo e mancando.
Ao cruzar com outros cães da rua, um lhe perguntou:
- O jantar estava bom?
Ele respondeu: - De tanto comer e beber estou embriagado demais que nem sei por onde saí..."
Moral - Cuidado com os que ostentam generosidade com os bens alheios.
É prudente examinar, no começo, todas as possíveis consequências dos atos, para evitar dissabores futuros.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
SÃO PAULO - CAPITAL ANIVERSARIANTE - PARABÉNS
As lembranças que guardamos da cidade de São Paulo, que completa hoje 458 anos de muito trabalho e muito bem vividos, são muitas.
Conheci São Paulo em 1958 e residi lá alguns anos na década de 60. E voltei lá muitas vezes. Acompanhei seu crescimento.
Na época, a cidade já impressionava pela arquitetura, pelas amplas avenidas praticamente vazias. O principal meio de circulação ainda eram os simpáticos e barulhentos bondes abertos transportando cidadãos bem vestidos - na época os homens andavam de terno e gravata e alguns ainda usavam chapéus; as mulheres, elegantemente vestidas em seus trajes discretos, pois a calça comprida e as roupas mais esportivas de hoje não faziam parte da moda. Havia também os táxi-lotação - carros V8 pretos, alguns ônibus e carrões conversíveis - Cadillac.
A principal diversão era o Cinema com salas na região central - Av. São João e adjacências - onde eram exibidos em telas panorâmicas os clássicos da Metro. O aeroporto de Congonhas com os aviões da VASP era um atrativo domingueiro. Muitas pessoas aproveitavam o fim de semana, logo cedinho, para descer a Serra do Mar e ir de ônibus à praia de Santos - São Vicente, e retornar à tarde.
O ABC era um projeto de industrialização nascente. A cidade começava a se destacar indicando os rumos que seguiria e no que se transformou hoje: centro administrativo e financeiro, cultural, científico, etc., de projeção Nacional e internacional.
Os bairros da Lapa, Brás, Bom Retiro com características dos imigrantes lá estabelecidos, davam um toque especial à cidade em sua multiplicidade de povos e culturas - italianos, espanhóis, árabes, judeus, os portugueses com suas imbatíveis padarias, bem como os bairros residenciais refletindo a riqueza dos antigos cafeicultores paulistas. Migrantes nordestinos ainda eram raros.
O Hospital das Clínicas, o Colégio Caetano de Campos, a Catedral e a Praça da Sé, praça da República, a Estação, o Jardim da Luz, o Anhangabaú, o Largo de São Francisco, de São Bento, o Teatro Municipal, o Viaduto do Chá, a casa do Imigrante, o Ibirapuera, o prédio Martinelli... eram algumas referencias de importância que se destacavam na cidade.
Respirava-se. Vivia-se uma vida agitada para a época, porém muito saudável e tranquila se comparada com os dias de hoje. Era a São Paulo quatrocentona, terra da garoa. Lá se foram mais de cinquenta anos. Quanta transformação!
Naquela época Pizza era uma novidade pouco conhecida. O Frapê (batida de leite com sorvete) uma delícia... O Bauru era o sanduíche da moda; o pastel da feira já fazia sucesso. Cuscuz, virado paulista e feijoada eram pratos que conviviam com risotos, massas italianas, comidas árabes nos poucos e discretos restaurantes.O comércio era dominantemente de pequenas vendas, mercado e feiras livres.
458 anos! São Paulo, com mais de dez milhões de habitantes, tornou-se numa metrópole cosmopolita com múltiplas faces. É a cidade do trabalho, dos negócios, das Universidades, da pesquisa científica, dos encontros culturais, dos mega eventos, do coração financeiro,etc, e também do Samba, da vida noturna intensa, do futebol, de muitas modalidades de atividades.
Aliás, já diz o ditado: "São Paulo não pode parar"!
Podemos resumir dizendo que São Paulo é o coração do Brasil e o cérebro da América Latina. Tem muitos problemas também, o que é muito natural para uma cidade que em menos de quinhentos anos suplantou muitas cidades do mundo.
Parabéns São Paulo! Parabéns Paulistanos. A Locomotiva não pode parar.
Muitos anos de felizes realizações.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
ANO DO DRAGÃO - CADA POVO COM SUA CULTURA
A cultura milenar chinesa segue uma forma diferente para a determinação dos signos; ela se baseia no ano lunar de 12 meses e 29 dias. Os signos do horóscopo chinês também tem denominações diferentes. Para eles, este é o ano do Dragão que se inicia hoje - 23 de Janeiro de 2012 e vai até o dia 09 de Fevereiro de 2013. Ele é regido pelo princípio da Água. O ano do Dragão anterior ocorreu entre o dia 06 de Janeiro de 2000 e 24 de Janeiro de 2001 - e o princípio foi o Metal. O próximo será de 09 de Fevereiro de 2024 a 28 de Janeiro de 2025 e princípio dominante será a Madeira. Todos eles de polaridade positiva.
Na Cultura Oriental o Dragão é um animal considerado benéfico por trazer sorte e afastar o mal, e é recebido com muitas festas e alegria pelos seguidores da cultura oriental.
É o quinto signo do zodíaco chinês e corresponde ao signo de Leão.
Tendo como princípio a Água, terá forte relação com esse elemento. Por sua dualidade Ying/Yang (masculino - feminino), tem a capacidade da geração de si mesmo - O Ovo do Mundo - símbolo decorativo popular de grande significado.
Segundo as previsões, o ano de 2012 será um ano de prosperidade, sorte e de vitórias. O Dragão tem a qualidade de chefe, beneficiando a todos aqueles que, usando sua liberdade de espírito, souberem se conduzir diante das responsabilidades no trabalho. Muita coisa depende do ambiente e de como as pessoas se comportarem; recomenda evitar os julgamentos precipitados e manda ouvir a voz da intuição antes de agir.
Por ser uma manifestação benéfica, ao contrário da crença ocidental, o Dragão é um símbolo muito utilizado pelos orientais. Sua representação na arte da tapeçaria, por exemplo, é largamente utilizada, bem como em objetos de arte em geral.
E, segundo o número de garras que o dragão tiver em sua representação na tapeçaria, vai indicar a quem foi destinada a obra de arte. Um tapete em que o dragão tiver cinco garras indica que foi destinado a um Imperador; um com quatro garras foi destinado à pessoas da nobreza. Com três garras o proprietário será uma pessoa do povo.
Os signos do Horóscopo Chinês e as características básicas (positivas e negativas)de cada um, são:
1- Rato = simpático - ambicioso;
2- Boi = reservado - autoritário;
3- Tigre = corajoso - intransigente;
4- Coelho = discreto - hipocondríaco;
5- Dragão = entusiasta - imprevisível;
6- Serpente = intuitiva - má perdedora;
7-Cavalo = independente - insensível;
8- Carneiro = altruísta - indisciplinado;
9- Macaco = inteligente - mentiroso nato;
10 - Galo = talentoso e franco - desconfiado;
11- Cão = magnânimo - introvertido;
12- Javali = sensível, ingênuo e indulgente - crítico mordaz.
Naturalmente cada tipo aqui caracterizado, como nos estudos em geral sobre os seres humanos, cada um tem mais de uma qualidade e mais de um aspecto negativo. Tudo depende da educação e da força de vontade de cada um se melhorar em suas boas tendências e qualidades positivas.
O destino não é fixo. Há muitas coisas que independem de nós. Porém, muitas outras são basicamente responsabilidade de cada um. Cada cultura procura transmitir a seus cidadãos conceitos que os orientem e ajudem a crescer como pessoas de bem.
Feliz Ano Novo do Dragão com muito entusiamo e alegria para todos os povos. Inclusive àqueles que não creem no que as mensagens dizem.
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domingo, 22 de janeiro de 2012
HISTÓRIA - UMA VERSÃO SOBRE O PASSADO
"A história é uma versão sobre o passado em torno da qual as pessoas convergem" (Napoleão).
Porém, há a História da História. Aquela que realmente ocorreu e foi ignorada por quem relata a sua versão dos fatos.
Como diz a citação acima, a história é uma VERSÃO. É corrente o dito popular de que 'quem conta um conto aumenta um ponto'. Forjar documentos, omitir fatos, criar novos 'heróis' é uma prática mais comum do que se imagina. Isto ocorre, em geral, porque quem relata os fatos históricos, ao narrá-los leva vantagem sobre os ouvintes, e dita a conclusão desejada conforme seus interesses pessoais, além de tirar proveito ele próprio. A detestável falta de escrúpulos de pessoas e grupos que defendem ideologias esquizofrênicas, é o que tem ocorrido em grandes momentos da história, inclusive a nível nacional. Restabelecer a verdade é uma questão de ordem moral. Basta de mentiras.
- 'Menti, menti sempre, que da mentira alguma coisa ficará' (Voltaire). Como aprenderam bem a lição os políticos em geral!
Fazemos parte da história e ajudamos a fazer a história. Além de sermos testemunhas de muitos fatos que se sucedem durante o espaço de tempo de nossas vidas - de algumas décadas, ou até centenárias.
Fazemos parte da história,do formigueiro humano, do grupo... como cidadãos e como indivíduos. Acompanhamos o desenrolar dos fatos e muitas vezes não nos damos conta dessa realidade. Assim, os aproveitadores da hora, ignoram as necessidades individuais de 'libertar' os cidadãos para que cresçam como seres humanos, e usam de argumentos mentirosos para que a 'massa humana' se anule e se comporte de forma automática e subserviente ignorando sentimentos, desejos,ideais, necessidades - em resumo, seja, escravos do sistema que serve aos donos do poder.
Fazer parte do grupo social é importante, pois somos seres sociais, porém com respeito às individualidades e sem cercear liberdades.
A história se repete desde que o mundo é mundo. A Ordem da coletividade, em seu convívio, não exclui a liberdade individual.
A humanidade em geral não sabe história porque tem memória curta. Mas fixa para sempre os nomes dos 'grandes homens' que cometeram crimes contra a humanidade; alguns passaram a ser vistos pelas novas gerações ignorantes dos fatos, com 'heróis' - caso de Che Guevara, jornalista argentino que acompanhava desde a redação do seu jornal - sob efeito de medicamentos - as notícias do que acontecia na 'Sierra Maestra' - e, que quando soube da vitória dos guerrilheiros, foi justar-se a eles na ilha cubana. O nome de outros revolucionários que não concordaram com os métodos do comandante Fidel, foram apagados da vida, da memória e da história e substituídos pelo novo herói...
Nunca os verdadeiros homens de bem chefiaram guerras no mundo, por isso eles são desconhecidos. Mas, foram eles que escreveram a melhor parte da história.
Assim, temos que concordar com Shakespeare que define o redemoinho de acontecimentos humanos criando e derrubando impérios, cometendo toda sorte de irracionalidades como - 'Uma história de loucos contada a outros loucos'.
Perguntarão: - Onde está a verdade?
Resposta - A verdade está por trás da mentira. Para diferenciar uma da outra há que se entender o significado das frases: - 'do ilusório vai-se ao Real'; 'das trevas nasce a Luz'; 'da morte< à imortalidade'. É dentro de nós, e não de fora que devemos procurar a verdade.
Se não fizermos por nós, nada nos ajudará a sair da escuridão e estaremos contribuindo para que a versão dos oportunistas prevaleça.
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