domingo, 10 de junho de 2012

SAÚDE - JUVENTUDE - LONGEVIDADE - ARTE DE BEM VIVER

Juventude e longevidade – são a eterna busca do homem, desde o elixir da longa vida à todos os métodos e técnicas científicas modernas. Ginástica, repouso, dietas... e:

- manter pensamentos positivos de coragem, saúde, tranquilidade;

-- imaginar-se forte, sadio, bem disposto, alegre, entusiasmado;

- alimentar suaves emoções de amor, de justiça, bondade, tolerância, simplicidade;

- ajudar aos seus semelhantes;

- não se lamuriar das enfermidades, dores e cansaços e dificuldades;

- procurar aprender algo novo;

- cultivar admiração reverente pela vida;

- não cometer excessos de qualquer espécie que possa comprometer a saúde física e mental;

- evitar a maledicência, inveja, ódio, ciúme e autopiedade;

- ocupar a mente com planos de vida generosos;

- viver o momento sem ligá-lo ao passado ou ao futuro.

São alguns conselhos práticos que todos podem seguir.  Vigilância constante é indispensável.

Mas, todos envelhecemos. O envelhecimento ocorre porque perdemos a  saúde de um órgão ou glândula que interfere com todo o sistema.

Nem todos estão dispostos ao 'sacrifício' de aprender e aplicar em si pequenas regras de bem viver e respeitar o complexo e maravilhoso microcosmo que é o corpo humano.

Dietas são feitas de forma apressada, ginásticas estressantes, cirurgias – lipo ou redutoras / desentupidoras – agem de imediato em um ponto restrito, porém o resto da máquina humana continua como o velho motor precisando de uma retífica urgente. O fluxo sanguíneo, os nervos, o aparelho respiratório, a assimilação/eliminação dos alimentos, os ossos, a pele... uf! – tomar conta de tudo exige saúde!

A postura ereta do homem com o tempo tende a encurvar-se sob o 'peso dos anos' e principalmente pelo mau uso do corpo. Músculos flácidos e nervos enrijecidos são um alerta para começar a cuidar-se.

- Ventre côncavo ou convexo?

 – O primeiro indica um perfil de pessoa saudável. O convexo, onde o estômago dilatado comprime os órgãos vizinhos, indica riscos para o coração, pulmões, fígado, funcionamento dos intestinos, etc.

Outro detalhe físico de importância a ser observado é a coluna flexível. A coluna vertebral é o canal ósseo condutor da 'árvore da vida' – ou seja, a medula que se ramifica nos nervos raquidianos – estes comandam importantes funções psicofisiológicas.

No tempo de escola nos era ensinada a postura correta de sentar nas cadeiras de encosto reto. E havia aulas de educação física. Hoje, além da educação física foi posta de lado,as carteiras escolares servem para deixar o corpo com posturas cada vez mais erradas o que vai influir no corpo todo – inclusive na atenção às lições na classe.

O aprendizado é longo, mas, que uma vez adquirido, é como quem aprende a andar de bicicleta. É só recomeçar. Mas para isso é preciso aprender primeiro.

sábado, 9 de junho de 2012

FAETON - FILHO DE HÉLIO E O MITO DO AQUECIMENTO GLOBAL

 

Mito é uma narrativa dos tempos fabulosos ou heróicos de significação simbólica ligado à cosmologia e referente a deuses encarnadores das forças da natureza e/ou de aspectos da condição humana.

Faeton – ou Faetonte – filho de Hélio (o Sol) com Climene, filha da torrente mundial, o deus Oceano, é um desses personagens mitológicos.

Climene consentira ter um filho com Hélio com a condição de no futuro ele ter direito à satisfação de um desejo. Tal desejo deveria ser atendido pelo pai, sem restrições. Hélio aceitou desde que se restringisse a um único pedido e nada mais.

Climene após conceber o filho de Hélio partiu para terras orientais enquanto o Sol subia ao céu para iluminar o mundo.

Faeton nasceu e cresceu – claridade da luz – sem saber quem fora seu pai. Fora criado por Merops que um dia resolveu uni-lo a uma deusa. Surpreso, Faeton acabou sendo informado que ele também era filho de um deus – Hélio. Logo de madrugada ele parte ao encontro do pai e faz o pedido: quer percorrer o Céu conduzindo o carro do Sol.

A muito custo, Hélio lhe concede a missão, advertindo-o de como dirigir o carro e manter a trajetória no caminho celeste.

Faeton mal o escuta. Está fascinado com o carro todo de ouro com as rodas de prata. Horas, as deusas do tempo que passa, trazem os garranhões de ventas em chamas e os atrelam ao carro. Orgulhoso, ele sobe no carro, toma as rédeas e parte pela estrada do Céu. A luz se espalha pelo mundo. Mas, ao chegar à parte alta do Céu, Faeton não consegue conter os cavalos desenfreados. As próprias estrelas fogem do carro incandescente. Lá do alto ele vê a pequena Terra nas profundezas. A viagem torna-se descontrolada. O carro, em zig-zag oscila para baixo e para cima. Às vezes chega tão perto da Terra que o calor abrasador seca muitas regiões deixando apenas desertos. Ele próprio se ressente das dificuldades em respirar diante do calor crescente. A Terra está na iminência de queimar!

Zeus que tudo observa, reconhece que deve interferir e lança um raio no temerário jovem Faeton precipitando-o do Céu à Terra. Durante a queda se transforma num esplendido meteoro, belo, luminoso símbolo de um adeus à vida. Caiu no Rio Erídano em cujas águas são lavadas suas chagas enquanto as Ninfas recolhem o corpo para sepultá-lo.

Hélio, diante da morte do filho, escondeu a cabeça e o dia transcorreu sem luz. Depois voltou às suas jornadas diárias percorrendo os céus e inundando de vida e de luz o mundo.

Segundo algumas narrativas, Hélio ao fim do dia repousa num palácio de ouro na Terra e, depois, vencendo a escuridão chegava a Leste onde os cavalos eram atrelados ao carro, recomeçando a jornada diária.

Faeton é apenas um mito. Mas, mentes terráqueas vivem atormentadas com a idéia de um Sol abrasador voltar a castigar a Terra. Já é hora de desmistificar o tal 'aquecimento global'...

O perigo nada mitológico está na própria conduta da humanidade com o uso e abuso de energias que podem 'torrar' literalmente a todos, num piscar de olhos.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

GEIA - A TERRA FÉRTIL - MITOLOGIA E REALIDADES AMBIENTALISTAS

Na mitologia temos algumas explicações curiosas que chamam a atenção. Uma delas é a versão sobre as divindades da Natureza que se sucedem durante o ano – as estações em seus ciclos e a vegetação. São as Fiandeiras do destino: Eunômia, Dique e Irene que personificam a Disciplina, a Justiça e a Paz. Os gregos as imaginaram coroadas de flores a dançar ao redor do carro do Sol (Hélio).

Outra é das Hespérides, as Virginais Ninfas do poente consideradas filhas da Noite com a estrela do entardecer. Elas guardavam a macieira de frutos de ouro.

A descendência da prolífica Noite, também foi concedida à fértil Geia. Geia povoaria o mundo, com deuses, semideuses e homens, muitos deles de renome heróico. Entre os deuses havia Momo que resolveu instigar os homens a guerras para livrar a Terra da sobrecarga populacional – tal qual a humanidade tem se comportado através dos tempos e que hoje se repete à exaustão: guerras, conflitos, massacres, prática de abortos, etc., etc.. etc.. nada mitológicos.

Nascida do Caos, a Terra é uma divindade a nível cósmico, na sua forma física. Acima dela – a Mãe Terra Geradora denominada de Titaia. Arca planetária, superorganismo – tornou-se uma conotação afetiva adotada como bandeira ecológica, primeiro pelos alternativos, agora pelos ambientalistas de gabinete.

Não podemos ignorar que a Terra criou seu próprio invólucro biológico que a envolve como uma pele.

O fluxo da evolução biológica atual levou a atingir um patamar distinto de outras épocas geológicas. Abriu-se uma porta nova quando a anterior se fechou.

Fato consumado: O planeta Terra é nosso Lar no Universo e representamos apenas um estágio diferente das civilizações que nos precederam. Devastações ambientais, sacrifícios, batalhas em nome de crenças e de ideologias se repetem. Somos testemunhas passivas apesar de sermos Seres Racionais (!)

As guerras não deixam de ser reguladoras de superpopulação, tema que vive assombrando os ambientalistas. Da mesma forma as epidemias e as catástrofes naturais.

Temos, na verdade, uma ecologia de gabinete.

O cordão umbilical que une o homem atual à sua sociedade consumista é forte demais para um retorno à vida realmente integrado na Natureza, quanto mais a uma eventual auto-suficiência. No entanto, a imaginação prodigiosa consegue fantasiar sonhos de uma vida ideal junto à Terra Fértil – Geia, a ponto de perderem o senso da realidade. Confrontados com a realidade que vivem, e a fantasia que defendem, os ambientalistas tem um comportamento incoerente. Ex: condenam a poluição emitida pelos carros – e nada fazem para diminuir a produção de veículos, além de continuar usando ostensivamente.

Outro exemplo: defendem as gigantes baleias e usam repelentes contra insetos. Condenam a produção de grãos em grandes lavouras e consomem sementes de árvores nativas (semente é uma árvore em potencial!). Criticam a criação de gado e o consumo de carnes, mas bebem o "leitinho' dos bezerros...

- Reciclar, ou não produzir para jogar fora? – Sucata de toda e qualquer espécie gera empregos para miseráveis cidadãos... Enquanto isso, os figurões se hospedam em hotéis cinco estrelas e são atendidos com serviços de nível internacional. Viveriam eles uma vida como vivem ainda muitos, sem um sanitário rudimentar, ou uma pia com água corrente, fogão microondas, GPS, celular, e outras modernidades passíveis de se tornarem sucata?

Terra – Mãe Terra!  Nascida do Caos levando a bordo criaturas suas que, embora saibam como se comportar, se limitam a ditar regras para os outros. Essa ecologia discriminatória não beneficia a Natureza.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

PLANETA VÊNUS - UM POUCO DE MITOLOGIA

 

Ontem, "Eos" – Vênus, a deusa dos dedos róseos... - passou célere entre a Terra e o Sol. Vimos quando surgiu do espaço, e, após descrever uma curva aberta partiu rumo noroeste perdendo-se na escuridão dos céus. Foram alguns segundos de observação. Aqui já era noite. Ela ia ao encontro de uma nova aurora para brilhar sua eterna juventude.

A mitologia descreve "EOS" (Vênus) como a deusa dos dedos róseos cujas mãos erguidas ao céu, descerram as pálpebras do Dia.

Sua história não é só de beleza, mas também de paixão.

Segundo fontes, que contam sua história, ela foi casada com Astreu, com quem teve Eósforo e os quatro Ventos. Eósforo, também é chamado de Lúcifer e corresponde à estrela Matutina – ou seja, o planeta Vênus quando é visível antes do amanhecer. Os Ventos são Boreas, Zéfiro, Noto e Astros.

Conta a lenda as inúmeras aventuras da deusa, sendo que Afrodite lhe impôs como castigo uma paixão desenfreada. Seu último e grande amor foi Titono, que apesar de agraciado com a imortalidade, não o foi com a juventude. Envelhecido, triste em sua solidão, encerrado numa câmara, emitia sons estridentes e fortes. Os próprios deuses se compadeceram dele e lhe permitiram uma metamorfose. Transformou-se numa cigarra que continua a sina de emitir sons estridentes e fortes até hoje.

"Eos", no entanto, continuou bela e jovem. A cada manhã ressurge nos céus num corcel alado. Sugerem alguns que seja o próprio Pégaso.

Ela é acompanhada de seu irmão Hélio (Sol) e de sua irmã Selene (Lua).

São muitas as versões sobre deuses, suas jornadas celestes evocando símbolos de Luz, Fogo, Poder e domínio dos Sentimentos. Eos, Hélio, Selene continuam indiferentes em sua jornada celeste proporcionando diariamente novas gotas de vida a jorrar sobre o planeta Azul – a Terra – nosso privilegiado lar no universo.

Se olharmos para o céu, teremos a oportunidade de ver outros espetáculos de conjunções estelares, de eclipses, de cumprimento de rotas por parte de cada pontinho luminoso que nos espia lá do alto, ou das profundezas do infinito...

Vênus vai voltar. Sua passagem ontem foi especial.  A de hoje também será, como a de amanhã, e todas as outras que continuarão a nos encantar.

Estaremos aqui, apesar do pessimismo de muitos que ainda não aprenderam a olhar para o alto e ver algo mais que materialidade.

Deuses e Heróis não são simples invenções para distrair os homens...

terça-feira, 5 de junho de 2012

JUBILEU DA RAINHA ELIZABETH - MUITO MAIS QUE UMA COMEMORAÇÃO

O Jubileu da Rainha Elizabeth II -  60 anos de reinado - representa algo mais do que uma comemoração e homenagem à uma figura mundialmente conhecida e respeitada.
A festa com toda pompa e circunstância acompanhada com manifestações de carinho e de civismo por parte de muitas pessoas que fazem parte da comunidade britânica, além de muitos  turistas de outros países, demonstra que as pessoas sentem prazer pelo que é belo e representa valores e ideias almejados por todos.
Creio que este deveria ser um momento de reflexão para nós brasileiros. 
Em 1963 houve um plebiscito no Brasil em que se propôs a mudança do regime de governo. Foi incluída a opção da volta da monarquia ao país. Eu votei a favor do regime monárquico representativo. Não pela simples vontade de ter de volta a figura de um rei e uma rainha, mas pelo que uma monarquia representa. Apesar da pouca ou quase nenhuma oportunidade do partido da monarquia apresentar suas propostas para que a população pudesse fazer sua escolha com conhecimento de causa, 10% dos eleitores votou a favor da volta da Monarquia. 
Sempre é tempo de repensar o assunto. E, não me venham falar que seria um retrocesso. Retrocesso é a amoralidade reinante nas últimas décadas.
Além do Reino Unido, outros países como o Japão, a Dinamarca, a Suécia, etc., também tem seus reis e monarcas ou imperadores. Eles reinam, não governam. Eles são mais que o poder que administra os interesses nacionais; são símbolos dos valores éticos que enobrecem.
 Um NOBRE é aquele que se destaca pelo caráter reto. É isso que o nosso país necessita com urgência. Nobres, não só pelos títulos, mas pelas ações e exemplos. 
70% de população inglesa acredita que o país estaria pior sem a Monarquia. Lembremos que no Japão, por exemplo, primeiros ministros apanhados em corrupção se demitiram e houve até suicídio por conta do peso da vergonha sentida pelo corrupto. Há seriedade e punições aos transgressores no trato da coisa pública.
 Alguns consideram onerosa a manutenção da família real britânica. Ela é cara. Mas, uma avaliação do retorno econômico aos cofres públicos foi positiva como um forte apoio à economia, pois ela proporciona uma série de benefícios ao país: turismo, hospedagem, publicidade gratuita em torno da imagem da realeza, etc. Isso sem contar com o valor das jóias e das propriedades reais consideradas intocáveis, e, portanto, patrimônio nacional!
O acervo deixado pela monarquia no Brasil não é devidamente conhecido pelo povo brasileiro. Infelizmente o plebiscito proposto em 1963 não deu tempo e oportunidade ao cidadão de conhecer e avaliar o significado da proposta. Moralizar é preciso. Talvez essa moralização deva passar por uma reavaliação do sistema falido que se vive hoje e recuperar valores da real nobreza e do caráter que um governante deve ter.
Entre uma Monarquia representativa do bem e a república burocrática que só causa danos à Nação, qual a sua escolha?
Que o simbolismo desta festa da Rainha Elizabeth II sirva de referência para nortear os rumos da nossa realidade tão apequenada pelas classes que perderam o senso dos valores éticos, morais e Cívicos.

domingo, 3 de junho de 2012

'AGIR PELO NÃO AGIR' - ou NA ONDA DA LUZ

Suave, gentil vai nascendo a onda de Luz.
Luz ainda tênue, dormente...
Esperança presente em cada momento
da vida a fluir e refluir...
Mas, num passe de mágica, 
num ímpeto incontido
explode no olhar a luz fulgurante
que leva de vencida todos os conflitos, tristezas e incertezas.
É o jogo da vida a fluir.
Fluir no eterno Agir, pelo Não Agir!
Renúncias, desapegos... pequenos atos...
Evidentes fatos que levam os amigos,
que, agora, fraternalmente unidos,
cuidam os mútuos egoísmos, ainda confusos perdoar.
Num invisível cerco às tramas da Vida,
arriscando a sorte,
levam de vencida toda incompreensão.
Suave, gentil, dormente
Vive em cada um, sem esforço,
pequenina onda de Luz, 
eternamente a fluir...
Vai agindo pelo não Agir.
É o segredo da  vida de quem aprendeu a arte de viver.
 (Go - 1989)

Pensamentos:
"A natureza diversifica e imita; a arte imita e diversifica".
"A natureza do homem não é sempre ir em frente; comporta idas e vindas".
"Todas as boas máximas estão no mundo; só nos falta aplicá-las". (Pascal).


sexta-feira, 1 de junho de 2012

EMOÇÕES - INTELIGÊNCIA - VONTADE: - ATRIBUTOS QUE COMANDAM O HOMEM

Os três atributos que comandam o homem são: as emoções, a inteligência e a vontade. A  pessoa será feliz ou infeliz se não souber transformá-los em seus aliados de forma positiva. Cabe à educação disciplinar as emoções, cultivar a inteligência e aprimorá-la pela força de vontade e do trabalho contínuo. A prática de regras e exercícios elaborados e sistematizados oferecidos pela escola, pela vivência na sociedade, pela religião e família, permitirão que cada um possa realizar sua integração superando limitações, tendências e fraquezas  inerentes à natureza humana. 
As emoções que se manifestam instintivamente através da sensibilidade funcionam como campainhas de alarme quando a reação é puramente físico-biológica. As emoções de êxtase ao sentir as belezas da vida, abrem caminho para condutas que elevam e satisfazem. O mundo moderno está repleto de apelos que levam à insatisfação e empurram as pessoas para caminhos tortuosos onde os desejos e sentimentos dúbios suplantam a razão e agridem a inteligência.
A inteligência pode ser: 1- de caráter instintivo ou nervoso: - que visa, através do raciocínio, suprir as necessidades do corpo físico. O raciocínio supre o corpo da fome e da dor; ele aguça a inteligência instintiva procurando soluções que favoreçam as suas necessidades. 2- auto-inteligência: - desenvolve-se através do saber, da investigação, da pesquisa, da instrução. Eles são seguidos de atos comparativos, experiências, conclusões, erros e acertos, aprimorando o conjunto de conhecimentos. 3- Supra-inteligência: - é a dos superdotados, aqueles que com poucas palavras sintetizam o conhecimento.
A Vontade, por sua vez pode ser classificada em: 1- pré-vontade ou vontade primata: - é aquela que comanda os instintos de satisfação. É a expressão do desejo egoísta; ela exige a auto-satisfação mesmo que isso signifique sacrificar o próximo. É uma atitude escravizadora de quem vive exigindo a alegria exterior, e ardilosamente, pede tudo em benefício e proveito próprio. 2- auto-vontade: - é uma vontade construtiva, realizadora e que realmente dá satisfação. Ela modera, educa, ensina e abre horizontes. Força o indivíduo a crescer como ser humano valorizando seu eu Divino. 3- Supra-vontade: - é o encontro de si mesmo, da auto-realização, a soma do querer educado e sutil. É expansiva, altruísta e construtiva.
Tudo se entrelaça na vida, pois o ser humano vive complexas situações que lhe permitem mesclar inteligência e vontade, controlando as emoções.
Já falamos dos problemas de distúrbios alimentares. Eles correspondem a distúrbios físicos emocionais que podem ser resolvidos desde que a pessoa, ao avaliar sua conduta através força de vontade combinada com a inteligência, mude seu comportamento emocional.
 O objetivo de nossa jornada por este planeta é a busca da perfeição. Para atingí-la é preciso o reto pensar seguido do reto agir. A inatividade conduz à fraqueza do corpo e da mente, determinando uma vida incerta, imprópria, anormal. A nossa juventude vive um momento histórico de perspectivas preocupantes. 
Yoga, por exemplo, é uma terapia que pode ajudar, e muito, nessa harmonização do indivíduo. Não serão leis absurdas de liberação ou a descriminalização do uso de drogas, por exemplo, que vão resolver o grave problema. Mudanças de atitudes, novas oportunidades de educação com valores antigos podem vencer o caos que se estabeleceu. 
Jamais fugiremos às boas ou más consequências  das nossas ações. 
A janela para a Luz existe.